REGULAMENTO DA MODALIDADE REGULARIDADE COM BATIMENTOS LIGA DE CAVALEIROS DE ENDURO EQÜESTRE 1998 CAPÍTULO I : CARACTERÍSTICAS
Artigo 01: Definição
Artigo 02: Percurso
CAPÍTULO II: CATEGORIAS, DISTÂNCIAS E LARGADA
Artigo 03: Categorias e Distancias
Artigo 04: Ordem de Largada
CAPÍTULO III: CLASSIFICAÇÃO E CRITÉRIOS DE DESCLASSIFICAÇÃO DO CAVALEIRO
Artigo 05: Classificação
Artigo 06: Critérios de Desclassificação do Cavaleiro
CAPÍTULO IV: CONTROLES VETERINÁRIOS E PROCEDIMENTOS
Artigo 07: Equipe Veterinária
Artigo 08: Postos Veterinários (Vet-Checks)
Artigo 09: Controle Veterinário de Largada
Artigo 10: Controles Veterinários Intermediários
Artigo 11: Controle Veterinário de Chegada
Artigo 12: Controle Veterinário Durante o Percurso
Artigo 13: Procedimentos
Artigo 14: Critérios de Desclassificação Veterinária
Artigo 15: Anemia Infecciosa Eqüina
CAPÍTULO V: DISPOSIÇÕES ESPECIAIS
Artigo 16: Preleção
Artigo 17: Apoio
Artigo 18: Vestimentas e Arreios
Artigo 19: Do cavalo
Artigo 20: Manejo dos animais e Acessórios
Artigo 21: Dopping
CAPÍTULO VI: INSCRIÇÃO, RESPONSABILIDADE, JURI e RECURSO
Artigo 22: Inscrição
Artigo 23: Responsabilidade
Artigo 24: Júri
Artigo 25: Recursos.
CAPÍTULO I: CARACTERÍSTICAS
Artigo 01: Definição
São provas de resistência, com distancias variadas, realizadas em estradas, caminhos, picadas e quaisquer terrenos, com passagens naturais em matas, rios, montanhas, etc.
Artigo 02: Percurso
O percurso será sinalizado através de placas, faixas, flechas, bandeiras, tinta ou qualquer outro material, de maneira que não deixe dúvida quanto ao roteiro a seguir. Trechos perigosos deverão ser devidamente sinalizados. No caso de algum imprevisto (rio cheio, barreira, etc.) que impossibilite a passagem, deverá ser providenciada uma alternativa de percurso que não exceda, quando possível, a 500 metros. O tempo ideal do concorrente permanecerá o mesmo.
O percurso do ÚLTIMO QUIILÔMETRO: Fiscais de percurso deverão ser colocados no último quilômetro, de forma a observar a não interrupção do movimento para frente na direção da chegada, pelos concorrentes, que deverão cumpri-lo montados.
CAPÍTULO II: CATEGORIAS, DISTÂNCIAS e LARGADA
Artigo 03: Categorias e Distâncias
- Categoria Aberta ( Adulto e Jovem ) : provas de até 35 km com controles veterinários intermediários, no máximo, a cada 20 km .
- Categoria Graduado ( Adulto e Jovem ) : provas de 30 a 45 km com controles veterinários intermediários, no máximo, a cada 20 km. Para participar desta categoria será necessário que o conjunto tenha sido classificado em duas provas da Aberta.
- Categoria Principal ( Adulto e Jovem ) : provas de 45 km a 80 km com controles veterinários intermediários, no máximo, a cada 20 km. Para participar desta categoria será necessário que o conjunto tenha sido classificado em uma prova de Graduado.
As categorias " Jovem" são para cavaleiros nascidos a partir de 1984.
As categorias Graduado Adulto e Principal Adulto requererão um peso mínimo obrigatório de 75 kg, (cavaleiro, equipamentos e arreios, exceto cabeçada).
Artigo 04: Ordem de Largada
Todos os concorrentes terão sua ordem de largada determinada por sorteio. A largada será individual ou em grupos de até 3 concorrentes, segundo determinação da organização, para as categorias Aberta e Graduado. Na categoria Principal a largada será individual ou em dupla, sendo que a dupla deverá ser formada por um concorrente adulto e um jovem. A intenção do(s) concorrente(s) de largarem em grupo deverá ser comunicada no ato da inscrição.
O horário oficial será informado, no mínimo, 30 minutos antes do início da largada.
CAPÍTULO III: CLASSIFICAÇÃO E CRITÉRIOS DE DESCLASSIFICAÇÃO DO CAVALEIRO
Artigo 05: Classificação
Serão classificados todos os cavalos que completarem a prova em tempo igual ou inferior ao ideal estabelecido, com uma margem de tolerância de até 10% a mais para a categoria Aberta e de até 20% a mais para as categorias Graduado e Principal e, não forem eliminados no exame veterinário de chegada.
A pontuação classificatória será obtida utilizando-se a seguinte fórmula:
méd. horária X fator de multiplicação X coeficiente da freqüênciada média horária cardíaca
A média horária será definida pelo tempo real de prova do cavaleiro.
O fator de multiplicação da média horária considerará a velocidade ideal estabelecida, seja cumprida ou não pelo concorrente, que será de 6,25 para médias horárias de 10 km/h a 12 km/h, de 5,75 para médias acima de 12 km/h até 14 km/h e de 5 para médias acima de 14 km/h até 16 km/h.
Os coeficientes de freqüência cardíaca serão :
|
F.C. |
COEF. |
F.C. |
COEF. |
F.C. |
COEF. |
|
25 |
1,0000 |
38,5 |
0,9055 |
51,5 |
0,8145 |
|
25,5 |
0,9965 |
39 |
0,9020 |
52 |
0,8110 |
|
26 |
0,9930 |
39,5 |
0,8985 |
52,5 |
0,8075 |
|
26,5 |
0.9895 |
40 |
0,8950 |
53 |
0,8040 |
|
27 |
0,9860 |
40,5 |
0,8915 |
53,5 |
0,8005 |
|
27,5 |
0,9825 |
41 |
0,8880 |
54 |
0,7970 |
|
28 |
0,9790 |
41,5 |
0,8845 |
54,5 |
0,7935 |
|
28,5 |
0,9755 |
42 |
0,8810 |
55 |
0,7900 |
|
29 |
0,9720 |
42,5 |
0,8775 |
55,5 |
0,7865 |
|
29,5 |
0,9685 |
43 |
0,8740 |
56 |
0,7830 |
|
30 |
0,9650 |
43,5 |
0,8705 |
56,5 |
0,7795 |
|
30,5 |
0,9615 |
44 |
0,8670 |
57 |
0,7760 |
|
31 |
0,9580 |
44,5 |
0,8635 |
57,5 |
0,7725 |
|
31,5 |
0,9545 |
45 |
0,8600 |
58 |
0,7690 |
|
32 |
0,9510 |
45,5 |
0,8565 |
58,5 |
0,7655 |
|
32,5 |
0,9475 |
46 |
0,8530 |
59 |
0,7620 |
|
33 |
0,9440 |
46,5 |
0,8495 |
59,5 |
0,7585 |
|
33,5 |
0,9405 |
47 |
0,8460 |
60 |
0,7550 |
|
34 |
0,9370 |
47,5 |
0,8425 |
60,5 |
0,7515 |
|
34,5 |
0,9335 |
48 |
0,8390 |
61 |
0,7480 |
|
35 |
0,9300 |
48,5 |
0,8355 |
61,5 |
0,7445 |
|
35,5 |
0,9265 |
49 |
0,8320 |
62 |
0,7410 |
|
36 |
0,9230 |
49,5 |
0,8285 |
62,5 |
0,7375 |
|
36,5 |
0,9195 |
50 |
0,8250 |
63 |
0,7340 |
|
37 |
0,9160 |
50,5 |
0,8215 |
63,5 |
0,7305 |
|
37,5 |
0,9125 |
51 |
0,8180 |
64 |
0,7270 |
|
38 |
0,9090 |
Exemplo: O cavalo Y percorreu 30 km no tempo ideal de150 min ( 2h30' ), portanto à uma média horária de 12 km/h, estabelecida pela organização. Sua freqüência cardíaca foi de 51 bpm. Sua pontuação classificatória será : 12 X 6,25 X 0,8180 = 61,35
Parag. 1 - O tempo da prova será computado pelo minuto cheio.
Parag. 2 - Quando o tempo do conjunto for inferior ao tempo ideal o concorrente perderá 1 (hum) ponto para cada minuto adiantado na sua pontuação classificatória.
Exemplo: O cavalo Z percorreu 30 km no tempo (adiantado) de 148 min ( 2h28' ), portanto sua média horária foi de 12,16 km/h. Sua freqüência cardíaca foi de 51 bpm. Sua pontuação classificatória será : 12,16 X 6,25 X 0,8180 = 62,17 - 2 = 60,17
Parag. 3 - Para a classificação valerá a freqüência cardíaca tomada na meia hora após o término do percurso.
Parag. 4 - O vencedor será aquele que obtiver a maior pontuação classificatória.
Parag. 5 - Poderá haver empate entre dois ou mais concorrentes. Nesse caso somam-se os eventuais prêmios e distribui-se entre os concorrentes que empataram na colocação. Os troféus serão distribuídos por sorteio.
Artigo 06: Critérios de Desclassificação do Cavaleiro
O cavaleiro poderá ser desclassificado, a critério do Júri, por:
01- crueldade.
02- falta de domínio do animal.
03- não apresentar-se para a largada após 15 minutos de seu horário ideal.
04- alterar marcas de sinalização.
05- partir antes do sinal de largada e não voltar para repetição da partida.
06- desacatar de viva voz as decisões do Júri ou da equipe veterinária.
07- impedir o exame veterinário.
08- não usar o jaleco numerado ou alterar o seu lay-out.
09- informações erradas na ficha de inscrição.
10- usar apoio móvel (ex: moto) durante o percurso.
11- substituição de cavalos.
12- usar equipamento eletrônico de cálculo, comunicação ou navegação.
13- se tiver seu cavalo reprovado no exame veterinário.
14- falta de capacete.
15- interromper o movimento para a frente após avistar a placa de ÚLTIMO QUILÔMETRO.
16- desmontar e puxar o animal no ÚLTIMO QUILÔMETRO.
17- erro de percurso não retificado.
18- constatação de dopping.
19- uso de duchas, mangueiras ou qualquer artifício de pressão para banhar o animal.
Se desclassificado, o cavaleiro entregará imediatamente seu jaleco ao fiscal.
CAPÍTULO IV: CONTROLES VETERINÁRIOS E PROCEDIMENTOS
Artigo 07: Equipe Veterinária
A equipe veterinária será comandada por um veterinário chefe.
Artigo 08: Postos Veterinários (Vet-Checks)
Serão delimitados, se possível, próximos à lagos ou rios, isolados naturalmente ou por cordas, onde os animais serão examinados, a uma distancia segura do público.
Artigo 09: Controle Veterinário de Largada
Os animais deverão ser apresentados antes da largada, em local e tempo determinados pela organização, para exame veterinário. Eventuais lesões ou pisaduras deverão ser mostradas nessa oportunidade. Os animais que apresentarem qualquer grau de claudicação ( manqueira ) serão impedidos de participar da prova.
Artigo 10: Controles Veterinários Intermediários
Nos Controles Veterinários Intermediários estipulados pela organização, o cavaleiro terá até 20 minutos após sua chegada, para apresentar o seu cavalo a equipe veterinária. A organização também estipulará um tempo de descanso obrigatório para o conjunto.
Artigo 11: Controle Veterinário de Chegada
O cavaleiro, no prazo máximo de 30 minutos após sua chegada, deverá apresentar seu cavalo para avaliação veterinária final.
A medição de batimentos cardíacos deverá ser feita por dois veterinários tomando-se como resultado final a média aritmética, sem arredondamento. Quando houver diferença de 4 ( quatro ) bpm ou mais , deverá ser feita uma outra medição por um terceiro veterinário, valendo como resultado a média aritmética das duas medições mais baixas , sem arredondamento.
Artigo 12: Controle Veterinário Durante o Percurso
Durante o percurso, a equipe veterinária poderá efetuar exame em qualquer cavalo que julgar necessário, podendo inclusive determinar a desclassificação do animal. O tempo ideal do concorrente cujo cavalo foi examinado e liberado não mudará.
Artigo 13: Procedimentos
O cavalo deverá entrar no Vet-Check acompanhado de uma única pessoa, que pode ser o cavaleiro ou um membro da equipe, sempre identificada pelo jaleco numerado. O animal deverá estar encabrestado, ou seja, será proibido levá-lo encilhado ou portando qualquer equipamento como: mantas, toalhas, esponjas, relógios de batimento, etc.
Nos controles veterinários de largada, intermediários e de chegada, o cavalo deverá ser apresentado com freqüência cardíaca igual ou inferior a 64 bpm. O controle do prazo para a apresentação do animal é de total responsabilidade do cavaleiro.
Para que um cavalo seja desclassificado, deverá haver a concordância de, pelo menos, dois veterinários, ficando a cargo do veterinário-chefe, a decisão nos casos de dúvida. Animais que na primeira medição apresentarem batimento superior ao limite de 64 bpm e tiverem seu prazo esgotado, serão desclassificados, não necessitando a concordância de um segundo veterinário, e não tendo direito a uma segunda medição.
Artigo 14: Critérios de Desclassificação Veterinária
01- freqüência cardíaca não descendo a níveis seguros em até 30 min. após cessar o esforço.
02- manqueira visível, respeitando os critérios da FEI.
03- desordem no ritmo cardíaco e/ou ruído cardíaco.
04- alterações respiratórias, incluindo inversões progressivas. Para inversões simples o cavalo será eliminado somente se a temperatura corpórea estiver acima de 39,5°C.
05- cortes profundos.
06- cólica.
07- contratura muscular localizada (câimbra).
08- miopatias.
09- temperatura corporal atingindo 40,5 ° C.
10- fadiga muscular aparente (tremores e/ou perda de coordenação motora, exaustão).
11- ânus e/ou pênis relaxado, com ausência de reflexos.
12- incapacidade de urinar ou urina escura.
13- mucosas congestas ou cianóticas, com cor vermelha escura ou azulada.
14- gengivas secas.
15- reenchimento capilar muito lento.
16- olhar vidrado, sem brilho.
17- prega cutânea com retorno demorado.
18- miopatia de esforço ( endurecimento ).
19- flutter diafragmático.
20- apresentar o animal com monitor cardíaco.
Artigo 15: Anemia Infecciosa Eqüina
Será obrigatória a apresentação do atestado de AIE (Anemia Infecciosa Eqüina) na entrada do local da prova , no controle veterinário da largada ou a qualquer momento em que se fizer necessário durante a prova.
CAPÍTULO V: DISPOSIÇÕES ESPECÍFICAS
Artigo 16: Preleção
Poderá ser feita uma preleção antes da prova para informar aos participantes as características do esporte, peculiaridades do percurso e infra-estrutura organizacional.
Artigo 17: Apoio
Durante o percurso, os cavaleiros identificados pelo jaleco poderão ajudar-se mutuamente ou receber ajuda de membros da organização. Nos neutralizados, o concorrente terá o apoio de sua equipe. Caso um cavaleiro seja obrigado a desistir da prova, sua equipe poderá ser requisitada para a retirada do animal.
Artigo 18: Vestimentas e arreios
Os cavalos deverão estar devidamente encilhados (sela e cabeçada) e os cavaleiros convenientemente trajados. Os cavalos coiceiros deverão ter uma fita vermelha no rabo e os garanhões uma fita amarela.
O uso do capacete será obrigatório para todas as categorias.
Artigo 19: Do cavalo
Será aceita a participação de todos os membros do GENUS EQUUS com 4 anos ( 48 meses) para a categoria Aberta e 4 anos e meio ( 54 meses ) para as categorias Graduado e Principal.
Artigo 20: Manejo dos Animais e Acessórios
Será permitido: uso de eletrólitos por via oral, repelentes de insetos, água potável, gelo, qualquer tipo de ferradura, panos, esponjas e artigos de limpeza..
O uso de mangueiras e duchas será proibido.
Artigo 21: Dopping
Seguindo as normas de avaliação da FEI para Enduro Eqüestre, fica estabelecido que:
- fica proibido toda e qualquer medicação ou uso de drogas ou outras substâncias por via enteral ou parenteral (IM,EV,SC), tópica e oral para os cavalos que participarão da prova. Caso ocorra a medicação, o conjunto será sumariamente desclassificado, não cabendo qualquer tipo de recurso. Medicamentos de uso externo poderão ser usados apenas com autorização prévia do corpo veterinário e deverá ser anotado na ficha do concorrente.
- é liberada a administração de eletrólitos por via oral, sem uso de sonda naso-gástrica.
- haverá exame anti-dopping sempre que se fizer necessário. No caso de resultado positivo, os responsáveis estarão sujeitos as penalidades cabíveis.
CAPÍTULO VI: INSCRIÇÃO, RESPONSABILIDADE, JURI E RECURSO
Artigo 22: Inscrição
As condições para a inscrição serão fixadas pela organização.
Artigo 23: Responsabilidade
A idade mínima para participação será de 12 anos completos e, os menores de 18 anos deverão apresentar autorização dos pais ou responsáveis legais.
As crianças menores de 12 anos poderão participar das provas, a critério do Júri, sem que isso implique em nenhuma responsabilidade para com o referido Júri.
A simples inscrição para a prova já será uma declaração do concorrente e seus responsáveis legais que conhecem e submetem-se ao regulamento e que assumem todos os riscos consigo, com outrem, com seus animais e equipamentos, isentando os organizadores, patrocinadores e a Liga de Cavaleiros de Enduro Eqüestre do Brasil de responsabilidades sobre quaisquer acidentes antes, durante e depois da prova, de qualquer tipo ou natureza.
Artigo 24: Júri de Campo
Será escolhido previamente e dele farão parte pessoas idôneas e conhecedoras do esporte e seu regulamento. Caberá a este Júri a supervisão da prova e o julgamento dos casos omissos neste regulamento. A ele, todo concorrente deverá dirigir-se com dignidade e respeito.
Artigo 25: Recursos
Das decisões do Júri de Campo, caberá recurso por escrito, acompanhado de um cheque no valor de 2 vezes o valor da inscrição em nome da Liga de Cavaleiros de Enduro Eqüestre do Brasil, até meia hora após a divulgação dos resultados, dirigido ao Júri de Apelação que será composto por 3 pessoas de notórios conhecimentos hípicos.
Das decisões do Júri de Apelação, caberá ainda recurso por escrito até 5 dias úteis após a divulgação do resultado da prova à Liga de Cavaleiros de Enduro Eqüestre do Brasil. Não será cobrada taxa adicional, uma vez que já foi paga no ato do recurso, ao Júri de Apelação.
Todo concorrente, no ato da inscrição, declara aceitar a impossibilidade de recorrer a qualquer outro Júri, esportivo, civil e criminal, por mais privilegiado que seja.